terça-feira, 29 de novembro de 2011

A INFORMANTE


Kathy Bolkovaky (Rache Weisz) é uma policial americana, que acabara de perder a guarda de sua filha para seu ex-marido, que está de mudança para outra cidade. Sem, conseguir transferência do seu emprego e precisando de dinheiro, ela recebe uma proposta para trabalhar em um órgão que pertence a ONU, chamado IPTF que tem com intuito solucionar casos domésticos, já que o governo só se preocupa com a desativação de bombas após a guerra.
Sua intenção é ficar temporariamente no caso, mas ela descobre em meio ás suas investigações que a região possui um grande tráfico sexual de jovens que tentam uma vida melhor ao atravessar a fronteira, entre a Sérvia e a Bósnia. Mas quando ela vai mais afundo no caso, ela se depara com uma vasta rede de corrupções dentro da própria ONU e se propõe a ajudar essas jovens aprisionando os responsáveis por um crime totalmente sem escrúpulos. Baseado em fatos reais, este foi um dos maiores escândalos envolvendo a maior organização que na teoria está para a pacificação entre países que estão se reestruturando de guerras e atentados.É necessário ter estômago para assistir tanta falta de humanidade e violência contra adolescentes que muitas vezes são mandadas para o tráfico por parentes, só pelo dinheiro. O caso serve para refletirmos e pensarmos em pessoas que estão nessa situação, enquanto vemos todos os dias essas grandes ofertas de trabalho no exterior sem nenhuma informação e sem nenhum conhecimento do que é um governo corrupto.
  • Título Original: The Whistleblower
  • Duração: 112 min.
  • Elenco: Rachel Weisz, Monica Belluci, Vanessa Redgrave
  • País: Alemanha, Canadá

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Filmes Sessão da Tarde



Às vezes me pergunto nossa como ainda pode existir a “Sessão da Tarde”? Bom, são dias como hoje que essa resposta é clara em minha cabeça. Horário reservado , pela emissora Globo de televisão, hoje teve a reprise de “ Dirty Dancing “ e apesar de tê-lo em DVD, não encontramos mais esses filmes dublados. E aí você jovem pode se perguntar, como assim eu gostei de ver algo dublado? Pois é, por mais estranho que pareça, filmes clássicos como este, tem uma dublagem que te encanta, que te envolve e mais que te deixa sem palavras, por profissionais conseguirem transmitir toda a essência do filme original.Fica meu elogio aos dubladores brasileiros, mas acima de tudo, a uma das melhores sessões de filmes exibidos pela TV aberta. É nela que revivo minha infância que vejo clássicos, como “Karate Kid”, “ A família Buscapé “, “ Quero ser grande”, “ Sem Licença para dirigir”, "Garotos perdidos", entre outros filmes que os jovens de hoje deveriam assistir, porque estas obras podem não ser inteligentes como os filmes atuais, mas trazem para nós uma essência que o cinema moderno perdeu em certas comédias e romances.Quando eu era pequena também gostava de “Cinema em casa”, sessão exibida pelo SBT , muitos de vocês, nem devem ter ideia do que foi isso e outros devem ter as mesmas recordações que eu, de filmes que pareciam tão pobres, como "Férias Frustadas",“ Alligator”, “ Boneco Assassino” , “ Namorada de Aluguel”, "Acampamento do barulho", mas que atire a primeira pedra quem nunca se divertiu com eles? Pois é, não é papo de quem está ficando velha, pois tenho apenas 22 anos, mas sim a conversa de quem sente saudades de ver certos filmes que não encontro hoje em dia, ou que encontro, mas que não tem tanta graça de quando eram vistos na TV, com intervalos e o suspense para próxima cena.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O terror nos cinemas ontem e hoje



Antes de qualquer modinha ser lançada, como 5 filmes dos “Jogos Mortais”, ou a nova trilogia de “Atividade Paranormal“, eu já estava bem influenciada pela arte do horror no cinema. Desde pequena quando, com uns 6 anos, mais ou menos, eu sentava para ver um filme de terror e não desgrudava da televisão. Haviam influências, que me faziam ir até a locadora e pegar os clássicos, como “O Exorcista”, realizado por William Friedkin. O roteiro é de William Peter Blatty, que quando lançado em 73, causou pânico em todos que iam ao cinema. Isto porque na maioria dos filmes de terror de antigamente o roteiro era baseado em algo real e neste o caso era de um menino que no filme foi adaptado e interpretado pela Linda Blair de apenas 12 anos que é possuída pelo demônio Pazuzu. Logo na seqüência um dos filmes considerado até hoje, um dos mais aterrorizantes do século passado é o”O Iluminado”de Stanley Kubric, que na minha opinião, causa mais um terror psicológico em nossas mentes do que propriamente, sustos. Mas quem nunca viu os clássicos do extinto “Cinema em Casa”, como o “Boneco Assassino”, “A Bolha”, “Aracnofobia”, ou até mesmo filmes que víamos sem saber que haviam sido escritos pelo mestre ao meu ver em casos de horror Stephen King, assim como, “Christine, o carro assassino”, Carry, a estranha”. Aos poucos fui desvendando autores e diretores que me fascinavam. Indo mais afundo para quem gosta do clássico não podemos nunca deixar de citar, Alfred Hitchcock. Com tramas bem boladas, sua ideia de aparecer em todos os seus longas. Digamos que seus filmes não são de fato, filmes de ação, aonde levamos sustos a cada momento, mas contamos com histórias, minuciosamente pensadas, entre meus favoritos estão, “Psicose”, “Disque M para matar”. E outro filme da mesma época, com o mesmo estilo, mas não feito por ele e sim por Roman Polanski , é o “Bebê de Rosemary”. Mas como falar de terror e não lembrar, dessa musiquinha: “1,2... Freddy vai te pegar. 3,4... Melhor a porta trancar. 5,6... Mantenha o crucifixo ao seu lado. 7,8... Dormir nunca mais. 9,10... Viver ou sonhar.” Esta tenebrosa canção foi criada pelo mestre do terror Wes Craven, para a sensacional saga de Freddy Krueger na série “A Hora do Pesadelo”. Que após fazer vários filmes do mesmo, ele voltou aterrorizando e inovando com o filme que na minha época era febre entre adolescentes: “Pânico”, depois que ele criou esse tipo de série de serial killer, muito vieram na onda, como “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado” entre outros. Sim eram filmes divertidos de se assistir, o problema é que começou a ficar “batido” e assim muitos perderam o interesse de ver a mesma história. Há filmes que tiveram continuação que não obtiveram êxito, mas que recomendaria o primeiro da série, como “Premonição”, “Jogos mortais”, e há regravações que me surpreenderam como a de “Halloween” feita por Robie Zombie.
Posso ficar mais de dias escrevendo sobre filmes de terror, minha maior paixão na sétima arte, mas há tanto o que falar, então deixo essa prévia de alguns filmes que marcaram minha vida e que podem trazer um pouco de susto e a essência do verdadeiro o horror.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

PRONTA PARA AMAR


Marley (Kate Hudson), é uma mulher bem resolvida, publicitária de sucesso, confiante, mas que nunca viveu uma paixão. Ela vive com seu cachorro, Stanley, e tem amigos fiéis e que estão sempre do seu lado. Porém de uma hora para outra ela descobre que está com câncer e o estágio já evoluiu muito. Linda e extrovertida, ela não assume seu medo de morrer para todos, e um medo maior ainda que é o de morrer sem ter tido um amor na sua vida.
Entretanto quando ela se dá conta está completamente envolvida, por niguém mais ninguém menos que seu médico, Julian, vivido pelo charmosissímo Gael García Bernal.
É então que Marley desperta para vida e começa a viver de fato, se entrega por inteiro pela primeira vez para alguém, mas também se deprime muitas vezes por saber que sua hora está chegando e não sabe como irá deixar todos que a amam. Uma comédia romântica simples, mas que faz questionarmos sobre será que já cumprimos nossa missão na terra? Será que podemos morrer assim sem fazer tudo que queríamos? Pois é, outro dia eu mesma me deparei com essas questões e vi que vale mais apenas viver o hoje, já que amanhã é um novo dia e podemos ter tanto um diagnóstico de uma saúde perfeita, como em um simples exame de rotina, nos surpreendermos com uma má notícia. E a questão maior de todas será que é justo morrermos sem termos vivido um grande amor?

Boas atuações, belas cenas e o melhor de tudo o toque de humor faz ver que vale a pena acima de tudo viver a vida como se não tivesse amanhã!

Título original: (A Little Bit of Heaven)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Nicole Kassell
Atores: Kate Hudson, Gael García Bernal, Peter Dinklage, Lucy Punch.
Duração: 106 min
Gênero: Comédia Romântica
Status: Em cartaz
Aquilo que provamos quando estamos apaixonados talvez seja o nosso estado normal. O amor mostra ao homem como é que ele deveria ser sempre" Anton Tcheklov

domingo, 2 de outubro de 2011

CONFIAR


Nos dias de hoje, achei que os adolescentes já haviam entendido o perigo dos chats online. Mas como tudo que é proibido parece que instiga algo nos jovens, fica um bom exemplo. Annie começa a se comunicar com um "namorado" virtual pelo um chat nos EUA. Primeiro o rapaz fala que tem 16 anos, depois aumenta para 20 anos e a menina acredita que Charlie, o suposto jovem está completamente apaixonado por ela. Ela começa a se declarar para ele e vice-versa, e seus pais acreditam que ela só está teclando com um amigo. A história começa a se tornar mais perigosa quando ela resolve se encontrar com ele e mesmo o conhecendo e vendo que o personagem que dizia ser um adolescente, surge na trama como um homem de mais ou menos 35 anos e Annie continua acreditando em suas histórias e até para o motel com ele vai. Esse drama psicológico, mostra como pedófilos tem o dom de dominar uma menina apenas com palavras e gestos que levantam sua auto-estima e confiança. É interessante como os pais da menina se comportam nessa situação e como a família se desestrutura quando um filho tem um trauma forte como este. Cada um toma o sentimento de culpa de tal forma que o relacionamento se torna algo mais complicado do que nós pensamos. Sem perceber vemos que toda a teoria de que a internet é perigosa vai por água abaixo quando na prática meninas ingênuas e inseguras na adolescência se tornam fácil iscas para homens sem escrupúlos e pervertidos. Fica um alerta para os pais de hoje em dia, que largam seus filhos até altas horas da madrugada no computador e acreditam em tudo que eles falam. E outro para as meninas jovens que nunca deixem de ser quem são e acreditem em si mesmas e por favor converse apenas com quem você conhece, pois mesmo assim nunca sabemos quem está do outro ldo do seu computador.
Título original: (Trust)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: David Schwimmer
Atores: Clive Owen, Catherine Keener, Liana Liberato, Viola Davis.
Duração: 106 min
Gênero: Drama
Status: Em cartaz

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

SUPREMA FELICIDADE


Estou aqui, mas sem nehuma posição ainda para afirmar se o filme que acabo de ver é bom ou ruim. Quero apenas ressaltar que é um filme que nos faz pensar no que realmente é felicidade? Discordo com a frase do longa, aonde o personagem do ator Marco Nanini, afirma que a felicidade não existe, e sim só momento de alegrias.

A obra retrata 3 gerações de uma família, que tem como personagem principal o jovem Paulinho. Os pais de Paulinho casam na época da segunda Guerra Mundial e me mostram principalmente um casamento desestruturado pelo ciúmes exagerado e pelas normas impostas pela sociedade de que as mulheres deveriam ser dependentes do homem.
Isso faz com que o casamento que tinha tudo para dar certo, por começar baseado na teoria do filme " O Morro dos Ventos Uivantes", cujos personagens declaram nunca mudarem seu jeito de ser, independente de qualquer coisa que aconteça e é o que não acontece nesta trama.
Paulinho um pouco mais velho, vivido pelo ator, Jayme Matarazzo, começa a perceber o porquê da vida de seu avô ser tão diferente de seus pais.Um homem que vive alegre e tem muito o que ensinar sobre a vida.
E aí surgem perguntas como o que é se apaixonar? O jovem quer buscar um lugar no meio de tanta tristeza que tomou conta de sua família, por falta de amor, de alegria e principalmente o fato de um indivíduo repreender o outro, tornando a vida dessa pessoa sem sentido.

Muitas pessoas já haviam me falado que o filme era ruim, mas também discordo, pois se um filme mexe com a gente no mínimo ele passa uma mensagem que poucas pessoas podem ver, mas que todos deveriam pelo menos entender, que a vida não é apenas para ser vivida, é para ser aproveitada, pois como dito na obra, ela é infinita, mas não em corpo só em espríto.

No meio da trama nos deparamos com diversas mulheres, felizes, bem amadas, sofridas, vulgares, amáveis. Mas a questão é que todos temos que descobrir o nosso lugar nesse mundo e temos que fazer com a vida tenha sentido, temos que ser felizes e o amor pode ser o melhor caminho de encontro á essa felicidade tão almejada por muitos.


Título original: (A Suprema Felicidade)
Lançamento: 2010 (Brasil)
Direção: Arnaldo Jabor
Atores: Marco Nanini, Dan Stulbach, Mariana Lima, Elke Maravilha.
Duração: 125 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Uma postagem a mais


Hoje, venho por meio deste blog, não comentar sobre um filme, mas falar um pouco sobre cinema. A cada dia que passa tenho a certeza de que o cinema nacional pode ir além, pode se tornar uma das potências da sétima arte. Sim, é fato que nós ainda enfatizamos muito as favelas e a pobreza. Entretanto são nos curtas e nos filmes mais alternativos que vejo o talento nacional.
Sou uma das poucas pessoas que gosta de filme nacional, mas quem aí já viu "Uma noite em 67", "Bodas de papel", "Estômago", entre outros, filmes pouco divulgados? Mas que possuem um elenco e um roteiro original fantástico.
Confesso que sou uma apaixonada por cinema, sei que é um hobby de muitos, mas uma paixão intensa de poucos. Fico feliz quando posso discutir filmes com outras pessoas, quando essas pessoas entendem meu ponto de vista. Afinal, Robert Rodrigues e Tarantino só é entendido por aqueles que realmente se aprofundam no assunto. E quem já viu Godard? Truffaut ? Wes Craven? Woody Allen? Robie Zombie? E mesmo com estilos difrentes os admira!
Quem não se emocionou com a "A vida é bela"de Roberto Benini ou foi lá atrás e chorou ao ver "Cinema paradiso "de Giuseppe Tornatore?

Meu sonho é voltar a poder trabalhar com isso, se não isso, um meio que eu possa estar em contato com essa parte da minha vida que devo grande parte desssa paixão dedicada ao meu irmão, Rafael.
Cresci vendo Cinema em casa e Sessão da tarde e aos poucos fui pegando gosto em apreciar a sétima arte de tal forma que não sei explicar. Quando pequena me deslumbrava com filmes de terror, hoje ainda gosto, mas vejo muito de minha vida nos filmes de dança, me emociono nos dramas, e sinto a adrenalina nos filmes de ação. Como explicar tamanha paixão? Simples, como o grande mestre já dizia:

"Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação." (Chaplin)

SUPREMA

Olá Pessoal! Não sou aquelas feministas extremas, que vão ás ruas lutarem por tudo que nos é de direito, mas tenho fortes convicções sobre...