quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

ONDE O AMOR ESTÁ


Com certeza cada um de nós já ouviu falar de carreiras que tiveram seu fim por causa de drogas e álcool. Muitas bandas que hoje podiam estar no hall da fama são infelismente lembradas por terem seus líderes mortos por um vício. Esse é o caso de Nirvana, The Doors, entre outras bandas. Sem deixar de lembrar de cantortes que tinham tudo para mudar o mundo, Elvis Presley consagrado o rei do rock, Janis Joplin, Jimmy Hendrix, um dos melhores guitarristas já vistos até hoje e até mesmo Amy Winehouse que talvez seja uma incógnita para muitos o seu comportamento revolucionário.
Hoje em dia temos astros pops como Britney Spears que era apenas uma garota, que para muitos pode não ter o talento, mas que era apenas uma menina quando começou a se envolver com drogas e bebidas, levando-a ao fundo do poço. 
Pois bem, neste filme o que vemos é um caso semelhante aos fatos reais. Kelly Canter é uma cantora sertaneja, dos EUA, que está em reabilitação, após cair do palco em sua última turnê, em Dallas, abortando uma gravidez de 5 meses, por causa do alcoolismo. Seu, marido e empresário James, a internou em uma clínica e após uns 6 meses decide que já é a hora dela voltar aos palcos, emsmo que tenha de antecipar sua alta. A questão é, será que Kelly já está em condições de lidar novamente com a fama? Será que ela vai conseguir ultrapassar os obstáculos como a mídia pressionando sua volta, e sempre relembrando o fato que a deixou afastada? Ela irá contar com a ajuda de um amigo que a protegia na clínicae também canta sertanejo, Beau.

Com uma trilha sonora envolvente, e letras que falam de amor e realidade, esse longa com certeza vale a pena assistir, para vermos os bastidores da fama e o que rola no meio artístico, antes de ficarmos julgando ou tentando adivinhar o porquê de pessoas tão talentosas, se entregarem á um vício tolo e muitas vezes sem volta?


Título original: (Country Strong)
Lançamento: 2010 (EUA)
Direção: Shana Feste
Atores: Gwyneth Paltrow, Tim McGraw, Garrett Hedlund, Leighton Meester.
Duração: 112 min
Gênero: Drama
Status: Arquivado



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

CAVALO DE GUERRA

Ted Narracot, é um camponês humilde que compra um cavalo nem um leilão de rua no Reino Unido, porém todos os compradores do local não acreditam que o animal tenha algum potencial. Entretano, ao chegar com o animal em casa, sua mulher não está de acordo e manda devolvê-lo, mas os olhos de seu filho Albert brilham ao ver o potro e ele promete aos seus pais que irá treiná-lo e domá-lo. Os dois criam uma relação de companheirismo e todos que duvidavam que o animal poderia servir para a lavoura ou para a guerra, ficaram espantados ao ver como o Joey, como ele passou a ser chamado evoluiu. Com o começo da I Guerra Mundial em 1914, Joey, é levado por Ted para ser vendido para algum soldado, já que o camponês precisava de dinheiro e o animal seria de grande serventia aos soldados. Joey e Albert então são separados depois de criarem um laço tão grande. 
Durante a guerra o cavalo passa por vários países e cada um que o acaha, o trata de uma forma diferenciada e logo se apegam ao animal, mas como ele é acima de tudo a melhor forma de um combatente se locomover e atacar seus adversários, ele sempre é levado a outro lugar pelos militares da guerra. 


Um filme emocionante, com paisagens entre França, Alemanha e Reino Unido belissímas. Recomendo para aqueles que gostam de um drama fictício, mas que acontece baseado em fatos que aconteceram no mundo, com uma pitada de sentimentalismo.
Steven Spielberg, mais uma vez não decepciona seus fãs e agrada aqueles que só vão ao cinema para ver a obra.



Título original: (War Horse)
Lançamento: 2011 (Estados Unidos)
Direção: Steven Spielberg
Atores: Jeremy Irvine, David Thewlis, Emily Watson, Peter Mullan.
Duração: 146 min
Gênero: Guerra
Status: Em cartaz

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

UM DIA


Quem nunca teve um amor que começou na adolescência? Quem nunca teve aquela quedinha pelo seu melhor amigo, mas achava que era coisa de outro mundo? Bom neste longa, vemos mais do que uma situação comum, vemos como a vida pode colocar na nossa frente nosso destino e a gente pode demorar anos a descobrir se vale a pena arriscar em uma paixão passageira para saber se é amor.
Emma conhece Dexter na faculdade, na década de 80. Ele é um típico boyzinho que pega todas as meninas e a última coisa que ele quer é namorar sério com alguém. Nada romântico gosta de festas, não procura um emprego que o satisfaça e adora gastar o dinheiro de seus pais. Completamente seu oposto, Emma, sonha com uma carreira de escritora, mora em Londres e batalha por uma vida mais digna. Os dois após a noite de formatura, se tornam melhores amigos e mesmo em cidades diferentes, eles sempre dão um jeito de falar um com outro, nem que seja para falar o trivial.
Sem que os dois percebam, eles se tornam dependentes dessa amizade de tal forma, que até seus relacionamentos são abalados, por tamanha amizade, mas será que os dois se amam ao ponto de terem algo a mais, ou é melhor serem apenas bons amigos? É a vida nos prega peças, muitas veze e só o tempo vai nos indicando o que é melhor para nós. 
Emma e Dexter vivem diferentes situações, mas todo o tempo é como se estivessem um do lado do outro, fazendo acontecer. Um dos romances mais reais que já vi e também emocionante pela forma que ele se constrói. “Um dia”, é mais que belos poemas, é uma história de paixão, companheirismo e confiança que hoje em dia está bastante difícil de encontrar em casais que vivem juntos há anos.


Com uma trilha sonora envolvente e dois atores espetaculares nos papéis propostos, eu recomendo de olhos fechados.


Título original: (One Day)
Lançamento: 2011 (Estados Unidos)
Direção: Lone Scherfig
Atores: Anne Hathaway, Jim Sturgess, Patricia Clarkson, Tom Mison.
Duração: 108 min
Gênero: Drama
Status: Em cartaz

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

DE CORAÇÃO PARTIDO

Muitas vezes me pergunto, por que não fiz faculdade de direito nessa vida? E a resposta é justamente, porque eu simplesmente acho fascinante filmes, que nos fazem pensar em certa realidade familiar de uma forma diferente, mas não sei se poderia julgar certos casos imparcialmente.Nesta obra o caso nem é tão grave assim, quer dizer vamos ao ínicio.
Rip é um alcoólatra que após bater em sua mulher vai preso, em Ohio. Depois de sete anos ele está livre e sua mulher o apoia. Mas também revela que na época em que ele foi preso, ela estava grávida e por não ter condições de cuidar de uma criança, o entrega para adoção. O casal então decide que querem o filho de volta.
Joey, seu filho de 6 anos, por sua vez está com pais adotivos maravilhosos e tem uma vida fantástica regada por muito amor. Porém na época da adoção, Rip, o pai biológico do menino não assinou papel nenhum o que lhe dá o direito da guarda do menino. Isso causa desespero em Jack e Molly, um casal bem estabilizado que adotou o menino e tratam-no da melhor maneira possível.
Mas será que é certo tirar o menino de lar, aonde ele sempre teve amor, carinho e possui a educação que todos pais desejam para seus filhos, ou seria certo ele viver com os pais biológicos mesmo que sem dinheiro e menos conforto. Pois é, essa é a questão que envolve a trama.


O elenco do filme é bom, apesar de não ser tão conhecido. Há a participação de Mira Sorvino, como irmã de Molly no longa. O filme foi pouco divulgado, mas eu faço questão de recomendá-lo para quem gosta de dramas e de saber como a justiça é feita nesses casos, fora do Brasil e até onde vai a consciência de uma pessoa, dizendo se ela é capaz ou não de amar uma criança adotada.




Título original: Like Dundelion Dust
Diretor: Jon Gunn
Roteiro: Stephen J. Rivele & Michael Lachance, baseado no livro de Karen Kingsbury
Musica: Nathan Larson
Fotografia: Reynaldo Villalobos
Elenco: Mira Sorvino, Barry Pepper, Cole Hauser, Kate Levering, Maxwell Perry Cotton, L. Scott Caldwell, Abby Brammell, Kirk B. R. Woller, Brett Rice
Distribuidora: Paris Filmes

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A INFORMANTE


Kathy Bolkovaky (Rache Weisz) é uma policial americana, que acabara de perder a guarda de sua filha para seu ex-marido, que está de mudança para outra cidade. Sem, conseguir transferência do seu emprego e precisando de dinheiro, ela recebe uma proposta para trabalhar em um órgão que pertence a ONU, chamado IPTF que tem com intuito solucionar casos domésticos, já que o governo só se preocupa com a desativação de bombas após a guerra.
Sua intenção é ficar temporariamente no caso, mas ela descobre em meio ás suas investigações que a região possui um grande tráfico sexual de jovens que tentam uma vida melhor ao atravessar a fronteira, entre a Sérvia e a Bósnia. Mas quando ela vai mais afundo no caso, ela se depara com uma vasta rede de corrupções dentro da própria ONU e se propõe a ajudar essas jovens aprisionando os responsáveis por um crime totalmente sem escrúpulos. Baseado em fatos reais, este foi um dos maiores escândalos envolvendo a maior organização que na teoria está para a pacificação entre países que estão se reestruturando de guerras e atentados.É necessário ter estômago para assistir tanta falta de humanidade e violência contra adolescentes que muitas vezes são mandadas para o tráfico por parentes, só pelo dinheiro. O caso serve para refletirmos e pensarmos em pessoas que estão nessa situação, enquanto vemos todos os dias essas grandes ofertas de trabalho no exterior sem nenhuma informação e sem nenhum conhecimento do que é um governo corrupto.
  • Título Original: The Whistleblower
  • Duração: 112 min.
  • Elenco: Rachel Weisz, Monica Belluci, Vanessa Redgrave
  • País: Alemanha, Canadá

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Filmes Sessão da Tarde



Às vezes me pergunto nossa como ainda pode existir a “Sessão da Tarde”? Bom, são dias como hoje que essa resposta é clara em minha cabeça. Horário reservado , pela emissora Globo de televisão, hoje teve a reprise de “ Dirty Dancing “ e apesar de tê-lo em DVD, não encontramos mais esses filmes dublados. E aí você jovem pode se perguntar, como assim eu gostei de ver algo dublado? Pois é, por mais estranho que pareça, filmes clássicos como este, tem uma dublagem que te encanta, que te envolve e mais que te deixa sem palavras, por profissionais conseguirem transmitir toda a essência do filme original.Fica meu elogio aos dubladores brasileiros, mas acima de tudo, a uma das melhores sessões de filmes exibidos pela TV aberta. É nela que revivo minha infância que vejo clássicos, como “Karate Kid”, “ A família Buscapé “, “ Quero ser grande”, “ Sem Licença para dirigir”, "Garotos perdidos", entre outros filmes que os jovens de hoje deveriam assistir, porque estas obras podem não ser inteligentes como os filmes atuais, mas trazem para nós uma essência que o cinema moderno perdeu em certas comédias e romances.Quando eu era pequena também gostava de “Cinema em casa”, sessão exibida pelo SBT , muitos de vocês, nem devem ter ideia do que foi isso e outros devem ter as mesmas recordações que eu, de filmes que pareciam tão pobres, como "Férias Frustadas",“ Alligator”, “ Boneco Assassino” , “ Namorada de Aluguel”, "Acampamento do barulho", mas que atire a primeira pedra quem nunca se divertiu com eles? Pois é, não é papo de quem está ficando velha, pois tenho apenas 22 anos, mas sim a conversa de quem sente saudades de ver certos filmes que não encontro hoje em dia, ou que encontro, mas que não tem tanta graça de quando eram vistos na TV, com intervalos e o suspense para próxima cena.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O terror nos cinemas ontem e hoje



Antes de qualquer modinha ser lançada, como 5 filmes dos “Jogos Mortais”, ou a nova trilogia de “Atividade Paranormal“, eu já estava bem influenciada pela arte do horror no cinema. Desde pequena quando, com uns 6 anos, mais ou menos, eu sentava para ver um filme de terror e não desgrudava da televisão. Haviam influências, que me faziam ir até a locadora e pegar os clássicos, como “O Exorcista”, realizado por William Friedkin. O roteiro é de William Peter Blatty, que quando lançado em 73, causou pânico em todos que iam ao cinema. Isto porque na maioria dos filmes de terror de antigamente o roteiro era baseado em algo real e neste o caso era de um menino que no filme foi adaptado e interpretado pela Linda Blair de apenas 12 anos que é possuída pelo demônio Pazuzu. Logo na seqüência um dos filmes considerado até hoje, um dos mais aterrorizantes do século passado é o”O Iluminado”de Stanley Kubric, que na minha opinião, causa mais um terror psicológico em nossas mentes do que propriamente, sustos. Mas quem nunca viu os clássicos do extinto “Cinema em Casa”, como o “Boneco Assassino”, “A Bolha”, “Aracnofobia”, ou até mesmo filmes que víamos sem saber que haviam sido escritos pelo mestre ao meu ver em casos de horror Stephen King, assim como, “Christine, o carro assassino”, Carry, a estranha”. Aos poucos fui desvendando autores e diretores que me fascinavam. Indo mais afundo para quem gosta do clássico não podemos nunca deixar de citar, Alfred Hitchcock. Com tramas bem boladas, sua ideia de aparecer em todos os seus longas. Digamos que seus filmes não são de fato, filmes de ação, aonde levamos sustos a cada momento, mas contamos com histórias, minuciosamente pensadas, entre meus favoritos estão, “Psicose”, “Disque M para matar”. E outro filme da mesma época, com o mesmo estilo, mas não feito por ele e sim por Roman Polanski , é o “Bebê de Rosemary”. Mas como falar de terror e não lembrar, dessa musiquinha: “1,2... Freddy vai te pegar. 3,4... Melhor a porta trancar. 5,6... Mantenha o crucifixo ao seu lado. 7,8... Dormir nunca mais. 9,10... Viver ou sonhar.” Esta tenebrosa canção foi criada pelo mestre do terror Wes Craven, para a sensacional saga de Freddy Krueger na série “A Hora do Pesadelo”. Que após fazer vários filmes do mesmo, ele voltou aterrorizando e inovando com o filme que na minha época era febre entre adolescentes: “Pânico”, depois que ele criou esse tipo de série de serial killer, muito vieram na onda, como “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado” entre outros. Sim eram filmes divertidos de se assistir, o problema é que começou a ficar “batido” e assim muitos perderam o interesse de ver a mesma história. Há filmes que tiveram continuação que não obtiveram êxito, mas que recomendaria o primeiro da série, como “Premonição”, “Jogos mortais”, e há regravações que me surpreenderam como a de “Halloween” feita por Robie Zombie.
Posso ficar mais de dias escrevendo sobre filmes de terror, minha maior paixão na sétima arte, mas há tanto o que falar, então deixo essa prévia de alguns filmes que marcaram minha vida e que podem trazer um pouco de susto e a essência do verdadeiro o horror.

SUPREMA

Olá Pessoal! Não sou aquelas feministas extremas, que vão ás ruas lutarem por tudo que nos é de direito, mas tenho fortes convicções sobre...